Em meio à pandemia, Bruno Covas extingui autarquia que gerencia leitos de UTI da capital e abre caminho para privatização do Serviço Funerário de SP

A Câmara Municipal de São Paulo aprovou nesta quarta-feira (24) um projeto de lei de reforma administrativa que extingue cerca de 3.000 cargos e também acaba com autarquias municipais. O projeto é de autoria do prefeito tucano, Bruno Covas, para quem o projeto segue agora aguardando uma óbvia sanção.

Além da extinção de mais de 3 mil cargos ligados à serviços essenciais durante a pandemia o projeto prevê a extinção de órgãos municipais como o Serviço Funerário, Amlurb (Autoridade Municipal de Limpeza Urbana), o Ilume (Departamento de Iluminação Pública) e a SPTuris, entre outros.

“É inconcebível imaginarmos uma cidade que enfrenta uma pandemia acabar com o órgão que faz a gestão dos preciosos leitos de UTI e ao mesmo tempo cogite privatizar o Serviço Funerário enquanto covas estão sendo abertas em massa para tentar acompanhar o ritmo de paulistanos que perdem suas vidas. É irônico e trágico que a votação aconteca no mesmo dia em que São Paulo bate mais um recorde de mortes em 24 horas devido à reabertura irresponsável de serviços não-essenciais forçada pelo prefeito e pelo governador do estado João Dória” afirmou Antonio Neto, presidente do PDT na cidade de São Paulo.

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